Flama

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Acaso não percebes que amor, coragem, verdade e afins são como flamas que aquecem e dão cor à existência, e que o sangue e os corpos de nossos mártires são o combustível dessas chamas?

Emerson de Oliveira
31/08/14

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Legado Cristão

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É tão fácil falar mal do #cristianismo deitado sobre essa cama confortável que ele ajudou a te assegurar. 

Não se engane pois ética, direito humanos, compaixão, altruísmo e a liberdade que te assegura falar mal do próprio, são alguns dos legados que o cristianismo ajudou a edificar. 

Portanto, antes de jogar pedra na cruz (me valho do jargão), pense no mundo antes da influência cristã. E se você o preferir, serei o primeiro a te presentear com uma espada.

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Não Mr. Underwood!

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Quando assisto House Of Cards eu fico com a incomoda sensação de que a série foi criada só pra debochar de nossas instituições e tradições, e colocar qualquer visão de mundo que destoe dos costumes e práticas dos Underwood’s como isoladas e praticamente extintas.

Família, igreja, autoridades, amor, fé, respeito e moral; no mundo de Frank Underwood – e dos produtores da série – parecem ser meros detalhes maquiavélicos.

E pra quem acha que todo esse arranjo (pessimista) chancela realismo à série, a mim isso soa mais como algum tipo de trauma, que por ressentir de experiências dolorosas, passa a desconfiar de tudo a sua volta.

 

Não Mr. Underwood…

O mundo não é tão linear quanto o roteiro dessa série tão superestimada.
E por aqui, nem todo mundo age em benefício próprio
e nem toda ação é estratégica.

E sim, por mais démodé que pareça, ainda existem pessoas decentes.
O problemas é que por aí, nos templos da ganância, será mesmo difícil encontrar essa estirpe.

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Um pouquinho de Brasil!

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E o que é o Brasil se não uma piada?

Esse país sem critérios nem rumos, onde ao mesmo tempo em que nos priva de comprar um simples analgésico,  sente-se à vontade em flertar com tema tão mais delicado que é a liberação do uso da maconha; discussão que nossos digníssimos homens públicos parecem se sentir tão mais à vontade em deliberar do que relaxar sobre o uso de analgésicos.

Essa é a regra geral por aqui, pesar a mão sobre o cidadão comum e mimar alguns grupos de gatos pingados em vista de uma reputação insossa e a benevolência de uma mídia sem alma e conveniente.

Seguimos a brincar de país descente através de decisões avançadas e isoladas, quando em matérias essenciais como educação e segurança pública não conseguimos sair do lugar.

E é assim que construímos esse país de contrapontos bizarros,  que ao mesmo tempo em que festeja um premiado programa de apoio ao tratamento da AIDS, não consegue prover saneamento básicos à metade de sua população.

Pra frente Brasil!

 

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Caráter

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Não se mede o caráter de uma pessoa por aquilo que ela diz de si mesma. Não!

Pois, dificilmente alguém atribuiria traços tais como inveja, arrogância, ganância e afins, como partes de sua personalidade, e se o fizesse, haveria a grande possibilidade de ser um traiçoeiro lance retórico.

Esse é tipo de medida que se afere de perto, na desconfortante posição de interlocutor. É sendo vítima do arrogante que se reconhece um – e é assim também com inveja, ganância e demais frutos da carne. Afinal, o que as palavras ocultam, o caráter revela.

Caráter, portanto, é a soma de nossas decisões e atitudes diárias e não a mera opinião que temos sobre as coisas. Não se atribui honestidade, por exemplo, a uma pessoa pela simples opinião que ela tem sobre o tema, mas pelas decisões diárias que ela, pessoa, assume. É neste ponto que separamos os meninos dos homens.

Por fim, caráter é a medida da grandeza do homem. E se você opta por não se preocupar com isso, talvez seja por que esta lhe falte.

Mas tende bom ânimo, afinal nosso caráter é aferido ao final de cada dia. No clube dos bravos sempre há espaço para novos membros, assim como no bloco dos covardes.

Dito isso, fica a pergunta: que medida este crepúsculo lhe reserva?

Emerson de Oliveira

Fevereiro de 2014

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Pietà

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Na próxima ocasião em que alguém se achegar a mim, cheio de boas intenções, e disser que tem o sonho de ir para África, promover o bem, ou coisa do tipo, minha resposta será o endereço (nem precisa cruzar o Atlântico) e uma lista com nome para essas pessoas colocarem em prática toda sua Pietà.

Cansei desses!

Esse tipo de coisa tem me soado mais como um movimento de fuga (do tipo, estou cheio da minha tediosa vida e quero uma aventura exótica), uma oportunidade de realizar uma viagem internacional na faixa (de graça), ou o simples exercício de higienização de consciência através da caridade.

Esse é o tipo de caridade Fast food, rápida e conveniente. O arranjo geralmente é o mesmo: vai-se para um país distante, ajudar algum povo miserável, marcado por alguma desgraça, fica-se ali por um tempo e, quando já se cumpriu a cota de caridade para uma vida, volta-se para mesma vida ordinária, bem distante daquela realidade difícil de encarar.

Esse é o tipo de pessoa que sonha mudar o mundo, mas não consegue ser responsável nem com a arrumação da cama.

Talvez mudar o mundo seja mesmo uma utopia. Mas uma coisa é certa, se há uma saída para esse mundo caído em que nos arrastamos, o compromisso de fazer o melhor com o que está a nossa volta, com certeza, é um dos prefácios da mudança concreta.

Tá certo que é mesmo difícil encarar o mau de frente, todos os dias, e perceber esse hiato que existe entre o mundo hedonista do cinema e da publicidade e o mundo “real”, doente e sujo que se oculta por trás dessa cortina de purpurina. Mas a mágica decisão de não enxergar isso não muda os fatos.

A verdade vos libertarás.
(João 8: 32)

Jesus estava mesmo certo quando afirmou isso. Ou há outro caminho para mudança que se desvie do reconhecimento dos erros e da correção de rotas?

Quer produzir um mundo melhor? Comece sendo um filho, aluno, funcionário, cidadão melhor. Gostaria de promover a caridade? Quer lugar melhor do que o nosso país, nossa vizinhança, para começar?

E se, de repente, lhe surgir a pergunta:

– Quando começar?

Minha sugestão então seria:

– Que tal hoje?

Comece se questionando que tipo de pessoa você tem sido para seus familiares, amigos, companheiros de trabalho… Feito isso, parta para a etapa seguinte e vá tapando os buracos que você deixou pelo caminho. E se lhe restar ainda a dúvida de como fazer isso, aqui vai minha derradeira sugestão: O pedido de perdão é o prólogo do processo de mudança, e o compromisso de insistir neste movimento (em direção ao Bem) é o que certifica nossa transformação.

É duro, mas não alcançaremos um mundo melhor sem nos transformarmos em pessoas melhores.

Emerson De Oliveira

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Ricos e pobres na balança da justiça

E disse aos que vendiam pombos: Tirai daqui estes, e não façais da casa de meu Pai casa de venda. (João 2:16)

Em tempos em que o discurso do vencedor e da vitória se estende desde a placa da igreja ao púlpito do preletor (pois o título de pastor não cabe nesse tipo de gente), ouvir palavras obliquas a esse movimento (quase hegemônico) é coisa rara, preciosa. Por isso, quando encontradas, nada mais saudável do que dividir essa fonte com quem tem sede.

Nesse palestra, o pastor Ariovaldo Ramos explana um pouco sobre as implicações relativas a ricos e pobres dentro do Reino de Deus.

Curtam e se edifiquem.

Perguntas & respostas

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Para além da sátira

O texto é antigo, dos idos de 2004, mas  sobreviveu bem ao teste do tempo.

Espero que curtam!

Olavo de Carvalho
Folha de S.Paulo
, 31 de agosto de 2004

 Não há discussão possível sem o acesso dos interlocutores a um mesmo conjunto de dados. Os dados do presente artigo estão nos livros “Their Blood Cries Out: The Untold Story of Persecution Against Christians in the Modern World”, de Paul A. Marshall e Lela Gilbert (Word Publishing, 1997) e “Persecution: How Liberals Are Waging War Against Christianity”, de David Limbaugh (Regnery, 2003), e nos sites:

http://www.religioustolerance.org/rt_overv.htm ,

http://freedomhouse.org ,

http://www.markswatson.com/Persecution.html e

http://www.persecution.org

Dessas fontes, a primeira demonstra acima de qualquer dúvida razoável que está acontecendo em países islâmicos e comunistas um morticínio organizado de cristãos, sem outro motivo que não o de serem cristãos, alcançando já um total de mais de dois milhões de vítimas desde a última década.

A segunda mostra, com idêntica riqueza de evidências, um tipo diferente de perseguição que se observa no outro lado do mundo: o genocídio cultural anticristão nos EUA. Sob a pressão do lobby politicamente correto que domina as classes superiores e a mídia, os cristãos americanos vêm sendo expulsos, deliberada e sistematicamente, das instituições de ensino e cultura, proibidos de rezar em voz alta nas escolas, nos quartéis, nas repartições públicas e em muitas empresas privadas. Estudantes são punidos porque entraram em classe com um cruficixo ou uma Bíblia. Associações cristãs de caridade são ostensivamente desfavorecidas na distribuição de verbas oficiais, candidatos cristãos a cargos públicos são vetados por conta de sua religião. Enquanto um fluxo ininterrupto de propaganda anticristã inunda as livrarias, os jornais e os cinemas (“O Corpo” e “O Código da Vinci” são só dois dos exemplos mais populares), alguns Estados tornaram obrigatório o ensino do islamismo e das religiões dos índios americanos nas escolas, punindo qualquer preferência cristã ostensiva comestágios obrigatórios de “reeducação da sensibilidade” que incluem horas de recitações corânicas ou prática de ritos indígenas. Desde a lei dos direitos civis, jamais alguma comunidade minoritária americana sofreu discriminação tão ampla, tão prepotente e tão mal disfarçada como aquela que hoje vem sendo imposta à maioria cristã.

As demais fontes mencionadas fornecem confirmações às duas primeiras, em dose superior ao que poderiam exigir as mentes mais lerdas e recalcitrantes.

Embora se passem em hemisférios opostos, os dois fenômenos estão interligados. A indústria cultural que usa de todo o seu poder para fomentar o preconceito contra o povo cristão dentro da própria América não haveria de querer alertá-lo, ao mesmo tempo, para o perigo de morte que ronda os seus correligionários na Ásia e na África: ele poderia ver nisso uma antecipação do destino que o aguarda, já que todo genocídio vem sempre antecedido da destruição das defesas culturais da vítima. A conexão, assim, torna-se óbvia: sem a cumplicidade ativa ou passiva, barulhenta ou silenciosa do establishmentanticristão do Ocidente, nunca os ditadores da China, do Sudão, do Vietnã e da Coréia do Norte poderiam continuar matando cristãos sem ser incomodados. O discurso da mídia em favor de “minorias” hoje privilegiadas, que nos EUA nunca sofreram uma parte ínfima do sofrimento imposto aos cristãos no mundo — discurso sempre acompanhado da inculpação ao menos impícita do cristianismo –, é ele mesmo um meio eficaz de dessensibilizar o público para a perseguição anticristã.

O pesadelo de povos inteiros trucidados ante o olhar indiferente do mundo e os sorrisos sarcásticos dos bem-pensantes repete-se, igualzinho ao dos anos 30. Oito milhões de ucranianos ameaçados por Stalin poderiam ter sobrevivido se o New York Times não assegurasse que estavam em boas mãos. Seis milhões de judeus poderiam ter sido poupados, se na Inglaterra o sr. Chamberlain, nos EUA os comunistas comprados pelo pacto Ribbentropp-Molotov e na França uma esquerda católica podre, sob a liderança do açucarado Emmanuel Mounier, não garantissem que Adolf Hitler era da paz. A credibilidade dos apaziguadores é uma arma letal a serviço dos genocidas. Mas hoje não é preciso nem mesmo desmentir o horror. Ninguém sabe que ele existe. O mundo estreitou-se às dimensões de uma telinha de TV, de uma manchete de jornal. O que não cabe nelas está fora do universo. A mídia elegante tornou-se o maior instrumento de controle e manipulação jamais concebido pelos supremos tiranos. Joseph Goebbels e Willi Munzenberg eram apenas amadores. Acreditavam em propaganda ostensiva, quando hoje se sabe que a simples alteração discreta do fluxo de notícias basta para gerar nas massas uma confiança ilimitada nos manipuladores e o ódio feroz a bodes expiatórios, sem que ninguém pareça tê-las induzido a isso. O tempo das mentiras repetidas está superado. Entramos na era da inversão total.

Por isso mesmo, dizê-lo é inútil. Conheço bem a classe letrada brasileira. Sei que nela, sobretudo entre os jornalistas, são muitos os que, à simples leitura deste artigo, sem a mínima tentação de consultar as fontes, negarão tudo a priori mediante um risinho de desprezo cético e o recurso infalível ao estereótipo pejorativo da “teoria da conspiração”. Serão ouvidos com aprovação como se fossem as supremas autoridades no assunto, e eu passarei por louco. Um mundo em que trejeitos afetados convencem mais que toneladas de provas está abaixo da possibilidade de ser descrito até mesmo pelos instrumentos mais contundentes da arte da sátira. George Orwell, Karl Kraus, Eugène Ionesco, Franz Kafka e até mesmo Alexandre Zinoviev, professor de lógica matemática que usou os instrumentos da sua disciplina para forjar uma linguagem apta a representar literariamente a incongruência total da vida soviética, prefeririam calar-se. A sátira existe, afinal, para retratar seres humanos. Ela paira acima da estupidez satânica, incapaz de descer o bastante para poder descrevê-la.

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I am second

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“I am second” é um movimento que surgiu (nos EUA) com o propósito de inspirar e encorajar  pessoas a colocar suas vidas em segundo plano e dedicar uma maior parte dela (a vida) a servir a Deus e ao próximo.

Avalizando o projeto, temos o depoimentos de atores, atletas, músicos, homens de negócios, ex viciados; enfim, histórias inspiradoras que reforçam o propósito último do projeto: falar sobre o amor de Deus.

Confira algumas dessas histórias:

Alex Kendrick

Stephen Baldwin

Vitor Belfort

Brian Head

 

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Remissão

A percepção de um erro alude à humildade,

mas é a busca por remissão que completa essa virtude.

29/12/2013

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