Monthly Archives: Fevereiro 2010

Se o mundo tivesse 100 pessoas

Bem, mais uma postagem do já recorrente tema: Amor. Confesso (mais uma vez) que não programo minhas postagens, como eventualmente alguém possa pensar; acredito que tenha uma mãozinha de Deus nisso tudo. A propósito, tinha em mente postar sobre outro assunto, mas ao assistir este vídeo, não pude evitar de compartilhá-lo com vocês.

Mas quero, abster-me de muito “falar” neste post, ao final, após assistir ao vídeo, você entenderá o porquê e me dará razão.

Oriento apenas que abra seu coração e se desarme de toda forma de incredulidade e frieza da alma. Quem sabe assim, ao final desse vídeo sua consciência esteja menos densa.

Abraço a todos!
Graça e Paz!
Emerson de Oliveira Souza

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Colagem, isso é de comer?!

Colagem:
“É o esforço para estabelecer, entre elementos que podem ter sido dispersos através do tempo, um conjunto de relações que os faz aparecer como justapostos, opostos, comprometidos um com o outro, em suma, que os faz aparecer como uma espécie de configuração” (…)
(Foucault, 2001)


Se lhe pareceu meio complicado, acho que a Wikipédia pode ajudá-lo a compreender.

“Colagem é a composição feita a partir do uso de matérias de diversas texturas, ou não, superpostas ou colocadas lado a lado, na criação de um motivo ou imagem.
Foi utilizada por Picasso e Georges Braque, dentre outros. Ela é uma técnica não muito antiga, criativa e bem divertida, que tem por procedimento juntar numa mesma imagem outras imagens de origens diferentes.
(Wikipédia)

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Já conhecia a colagem há alguns anos, cheguei até a fazer algumas experimentações digitais, com Photoshop; mas foi no final do ano passado, quando participei de uma oficina de colagens (manual), que me inteirei mais sobre o assunto e fiquei ainda mais seduzido pela técnica e claro, pelos várias obras que encontrei.

Na oficina foram-nos passadas algumas referências da colagem: Dan Eldon, Ed Fella, Eduardo Recife, Hugo Werner, Yomar Augusto, Mário Junior, dentre vários outros.

Eu indicaria também o projeto “Outro Coletivo”, trabalho dos responsáveis pela oficina que citei logo acima (Maurílio Maia e Amanda Coimbra).

Bem, mas o que me levou a escrever este post foi um achado muito bacana que me deparei durante uma pesquisa sobre colagens. Bruno Martins é o nome dele, nunca tinha ouvido falar desse cara, mas de agora em diante espero que possamos sanar esse pecado (divulguem esse nome: Bruno Martins).
Bom gosto e talento poderiam descrever seu trabalho, mas acho que seriam termos rasos para o rapaz. Melhor então apreciarmos as obras, e cada que tire sua própria conclusão.
Graça e Paz!
Emerson de Oliveira

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Fé, esperança e amor…

“Agora, pois, permanecem a fé, a esperança, o amor, estes três; mas o maior destes é o amor.” (1 Coríntios 13:13)
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Amor tem sido um tema recorrente em minhas postagens, e realmente não sei bem o por que. Dou minha palavra que não existe uma tática ou estratégia de evangelismo em meu blog, tudo que divido com vocês flui da maneira mais natural possível, direto do meu coração. Em relação ao tema, creio que seja uma reação à estrutura de nossas relações nos dia de hoje, o que é profético (Mateus 24:12). E vale uma ressalve, quando digo que pouco se ama, melhor seria dizer que amamos pouco, porque também me incluo neste caldo.

E para que não haja dúvidas sobre qual amor declaro, assistamos juntos a esse vídeo do grupo Hillsong, da Austrália (DVD Faith – Hope – Love) e também um clipe muito bacana da banda.

Emerson de Oliveira Souza
Graça e Paz!
P.S. Gabi, este post dedico a você, que gosta muito desse vídeo. Te amo.

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Clip: No Reason To Hide – Hillsong United

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“O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece, não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não se ressente do mal; não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.” (1 Coríntios 13:4-8)

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Conforto e Paz!

“Melhor é ir à casa onde há luto do que ir à casa onde há banquete, porque naquela está o fim de todos os homens, e os vivos o aplicam ao seu coração.” (Eclesiastes 7:2)

Ontem acompanhei o velório de um familiar de um grande amigo meu. Lágrimas, tristeza, saudades, dor, enfim, esse arranjo todos nós conhecemos ou conheceremos, e preciso reafirmar: dói, dói muito e inquieta a alma. Mas quero destacar a forma misteriosa de como Deus trabalha em nossas vidas, mesmo em meio a tempestades.

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Morte, confesso que essa palavra me amarga a boca. Pra mim é sempre difícil encontrar uma forma de tratar o assunto, e talvez isso não demonstre muita maturidade cristã de minha parte.

Quando em minha casa recebi a ligação de meu amigo falando que um ente querido seu havia morrido, como de costume travei, sem reação nem palavras. Queria confortá-lo de uma forma profunda e sábia, mas nada. E isso me frustrou. Resolvi então, como um bom cristão, visitá-lo e confortá-lo (Romanos 12:15), assim eu pensava.

Chegando em sua casa, a mesma coisa; as palavras me eram rasas e sem graça, e só me restou abraçá-lo (confesso que de uma maneira um tanto quanto desajeitada), não que isso não signifique nada, mas minha petulância (me sentia arauto da Paz) falava mais alto.

Além de falar de sua dor, ele me contava sobre seu pai, de como aquela perda estava sendo dura para ele (o pai). Então, enquanto terminava de me falar, seu pai chegara. Fiquei apreensivo, pensando em sua dor e quais palavras seriam apropriadas. Mais uma vez restou-me o abraço atrapalhado; mas eis que surge uma coisa nova, uma surpresa. Quando eu parti timidamente para abraçá-lo, ele se adiantou e me tomou logo em seus braços, quando me vi estava em meio a um abraço tão acolhedor que, por um momento, não sabia mais se era eu quem o confortava ou se era ele quem confortava a mim. Me senti especial, não pelo que eu fazia, mas pelo que ele o fazia por mim.

Começamos então a conversar, falávamos sobre a vida, família, bondade, morte e, é claro, sobre Deus. Entremeio a cada palavra proferida por ele, como que de uma forma misteriosa e contraditória, eu me enchia de conforto e Paz. Naquela altura só me restava humildemente ouvir.

Fui embora então esvaziado de altivez, mas cheio de conforto e Paz, que colhi nos seios dessa família abençoada, admirável e Feliz. Percebi de fato que a paz de Deus vai além das circunstâncias. Obrigado amigos por esta lição. Força e paz.

Ao meu grande amigo Wanderson Frois.
Que Deus te conforte como sua família o fez comigo.
Humildemente, Emerson de Oliveira Souza.
Graça e Paz!

E para finalizar vos deixo o testemunho de Jeremy Camp seguido de sua música, Walk by faith, que fala de fé entremeio a esses momentos de trevas.

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Deus é amor. Mas os cristãos, amam?

Durante anos fui à igreja simplesmente porque se deve ir. Mas algumas coisas ali não me pereciam certas (…). Muitas vezes me peguei pensando: “É isso que Deus tem em mente?” (Rob Bell)

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Este post foi escrito exclusivamente para você que já se pegou pensando assim: Deus, é isso que você tem em mente?

Quantas vezes já não me surpreendi questionando a Deus quanto aos costumes da Igreja. Confesso que ainda me sinto vacilar quando vejo um líder dar mais importância a coisas menores como doutrinas e crenças, em prejuízo ao objetivo maior do Evangelho: revelar amor de Cristo por nós (a salvação).

“Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que limpais o exterior do copo e do prato, mas o interior está cheio de rapina e de iniqüidade.” (Mateus 23: 25)

Ainda hoje, mesmo quando nossa sociedade regurgita seus supostos valores de modernidade e liberdade, nos vemos cometendo os mesmos erros de milhares de anos atrás (há quem discorde disso?). Mesmo a Igreja, suposto sal da terra, busca evidenciar coisas das quais Cristo nos libertou e ignora o que de mais precioso Ele nos trouxe: o amor que nos libertou.

“Pois atam fardos pesados e difíceis de suportar, e os põem aos ombros dos homens; eles (líderes religiosos hipócritas), porém, nem com o dedo querem movê-los;” (Mateus 23: 4)

Os vejo no culto cantando, pulando, e gritando. Vociferam suas verdades e apontam a quem julgam ser menor. Têm a palavra na ponta da língua, e até mesmo a usam para se justificarem. Mas, e em seus corações, me pergunto se há amor?

“Porque misericórdia eu quero, e não o sacrifício; e o conhecimento de Deus, mais do que os holocaustos.” (Oséias 6:6)

– Nesta fila aqui, por favor, os tatuados.
– naquela outra, os que não oravam mais de uma hora por dia,
– e ali, mais adiante, as mulheres que cortaram seus cabelos curtos demais.
– E agora todos juntos, sigam aquele senhor chifrudo ali.

Será esse o julgamento de Cristo?

“Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei (…). Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.” (Mateus 11: 28.30)

“Admiro o vosso Cristo, mas abomino o vosso cristianismo.” (Mahatma Gandhi)

Essa frase de Ghandi deveria gritar aos nossos ouvidos e nos inquietar quanto às nossas obras.
Me pergunto: Quem está mais próximo de Cristo, um mestre da palavra, conhecedor de todos os preceitos cristãos ou, por exemplo, Madre Teresa de Calcutá? Isso mesmo meus irmãos! Mesmo sendo ela católica você poderia se surpreender ao encontrá-la no céu. Na parábola do bom Samaritano (Lucas 10: 25-37), Jesus nos alerta sobre isso.

“E se alguém ouvir as minhas palavras, e não crer, eu não o julgo; porque eu vim, não para julgar o mundo, mas para salvar o mundo.” (João 12: 47)

Não quero questionar, nem sequer anular o cristianismo, pelo contrário (misericórdia!), quero evidenciá-lo em sua essência, através do testemunho de seu fundador, Cristo, que é o amor.

“Não penseis que vim destruir a lei ou os profetas; não vim destruir, mas cumprir.” (Mateus 5:17)

Mas irmãos! Não estabeleçamos novamente o jugo do qual Jesus, pelo seu valioso sangue, nos libertou. Não somos salvos por nossas obras, por melhor que possamos ser, mas pela fé nas obras de Cristo nosso Senhor e Salvador.

“Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo da imundícia; (…), e as nossas iniqüidades como um vento nos arrebatam.” (Isaias 64: 6)

Que o cristianismo não seja encarado como uma simples cartilha de comportamento. Melhor seria se, antes de questionarmos sobre a integridade da fé de nosso irmão, preocupássemos com seu coração, com suas necessidades, e o amassemos.
Não ignoremos a condição elevada do Espírito Santo, que é quem realmente pode mudar as pessoas. Amemos, perdoemos e deixemos que o Espírito Santo conduza a mudança na vida das pessoas.
Que cumpramos o propósito de Cristo para nossas vidas, quando ele nos chamou de Luz do mundo (Mateus 5:14). Transformemos o mundo não por nossas palavras e convicções, mas por nosso testemunho, como Cristo o fez. “As tuas atitudes falam tão alto que não consigo ouvir o que você diz.”

“(…) e ainda que tivesse toda fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.” (1 Coríntios 13: 2)

E antes que alguém possa questionar a integridade de minhas obras, de antemão aviso: Me incluo também nessa oração, ai de mim pobre pecador.

Bem, acho que já me estendi demais. Tudo isso para introduzi-los ao vídeo Sunday, do pastor Rob Bell, que trata desse mesmo assunto de uma maneira bem mais coloquial e agradável, o grande trunfo do pastor.
Então é isso. Graça e Paz a todo e até a próxima postagem.

Emerson de Oliveira Souza

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Música secular: Você ouve?

“Penso que não exista uma canção que seja neutra, que não queira falar sem se mostrar. É impossível! Até aquele que compõe no propósito de deixar um discurso desconexo para o ouvinte, uma coisa nublada, muito descomprometida, já tem aí uma intensão, a intensão de não ser objetivo”.
Marcos Almeira – Palavrantiga

Seguindo a linha de temas polêmicos legada pela última postagem (tatuagens), resolvi postar no Blog uma entrevista do vocalista (Marco Almeida) da banda Palavrantiga concedida ao portão Guia-me, na qual Marco Almeida trata de uma maneira modelar sobre o tema: Música secular.
A proposta, como em todas as postagens do Blog, não é a de apresentar aqui uma versão definitiva sobre qualquer questão, não seria tão inocente a este ponto; considero mais oportuno e cortês trazer à roda de discussão uma proposta que considero inteligente e respeitosa. Espero que apreciem o texto e comentem…
Abraços!
Emerson de Oliveira Souza

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Alegria sempre!
Há alguns dias atrás, estive participando de uma entrevista organizada via e-mail pelo amigo e jornalista João Neto – do portal Guia-me – e logo em seguida compartilhei com os confrades do Palavrantiga o resultado desse bate papo. Com muito entusiasmo eles me incentivaram a postar aqui, no nosso sítio, o conteúdo integral da conversa.
Na esperança de compartilhar boa nova, desejo uma boa leitura para todos.
Abraço demorado.
Marcos Almeida

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J.N. O que te vem à mente quando se fala em “música do mundo”? E “música secular”?

M.A. Antes de qualquer outra palavra, acredito que é bom contextualizar a pergunta. Pois não é comum no meio cristão evangélico raciocinar a respeito do seu próprio sistema de pensamento, ou seja, perguntar por que se usa certos jargões tais como “música do mundo” ainda é mexer em estruturas culturais, é mexer no costume de um povo que já se habituou a repetir sem analizar, adotar vocabulários sem questionar origem, em fim, como todo povo sobre a face da terra, os evangélicos têm nos seus usos e costumes um ‘baú de herança’ pelo qual todos os adeptos devem lutar afim de manter tal tradição, empacotada, intacta até a próxima geração.
Não existe nada de mal nisso.É apenas uma constatação daquilo que é natural em qualquer sociedade que não considera a reflexão como instrumento útil para o crescimento da consciência rumo a uma visão mais completa da realidade. Mesmo que isso queira dizer, em certo momento, perder certas crenças para ganhar outras mais amplas.
Dito essas duas coisas vamos então mexer nos símbolos dessa cultura com todo o respeito:
Se nessa situação a gente considerar o termo “mundo” igual a “sistema simbólico pagão” ou “sistema secular” e música como “som e silêncio organizados expressivamente para que alguém ouça”, dificilmente o sujeito que não seja pagão vai gostar de ouvir tal música secular! Alguns mais radicais não vão querer ouvir nem por curiosidade de descobrir o que passa na alma do outro que não é da sua tribo. Pois alguns evangélicos admitem ouvir música secular no próposito que é: entender o pagão. No intuíto que é: ouvir o não crente revelar aquilo que o faz crer. Outros ainda ouvem sem considerar o valor simbólico e pragmático da letra secular, ouvem pelo som. Estes já abstraíram qualquer discurso, preferem apenas o som ao sentido rígido das palavras: é a música pela música.
Desde aquele que diz não ouvir música secular, como também o que ouve afim de analisar psicologicamente o outro, até aquele que deseja apenas sentir o som, a verdade mais crua é que todos ouvem música do mundo! A diferença é que para alguns tal som é um ensurdecedor ruído e para outros é expressão de beleza. E olha, todos esses grupos de posições tão divergentes creem em Jesus Cristo como salvador.
Eu enquanto músico cristão, compositor e professor penso que a arte que eu faço é naturalmente NO mundo mas não é DO mundo. Isso quer dizer que não me insiro em nenhum desses grupos acima colocados, pois o paradgma acaba sendo outro – obviamente me pauto em João 17, na oração de Jesus. Uma arte no mundo é bem diferente de uma arte do mundo. Quando procuro um filme para assistir,ou uma literatura,como também uma música, sempre busco uma expressão sincera que seja no mundo. Pois uma expressão artística que negue estar no mundo desconsidera o lugar onde seus pés estão fincados. Quem deseja uma música que não seja NO mundo talvez não queira de fato continuar vivendo por esses lados aqui da Terra.

J.N. É possível ouvir músicas que não sejam especificamente denominadas como evangélicas (ou “gospel”) e ser edificado com isso?

M.A. Perfeitamente!Claro que sim! Pois a música mundana pode inadvertidamente ser chamada de Gospel e aí não é um selo, ou uma marca cristã que preserva uma confissão sadia. Todos sabem disso! A Boa Nova não está restrita a uma cerca construída pelos parâmetros mercadológicos ou doutrinários, a Boa Nova ultrapassa fronteiras. A Boa Nova é um caminho e não um limite.

J.N. A música pode fazer bem ao ser humano, simplesmente pelo fato de ser música e ser feita com sentimento?

M.A. Se você folhear alguma revista de medicina dos últimos 30 anos vai poder encontrar algum artigo ressaltando o valor terapêutico da música. Muitos hospitais brasileiros já têm musicoterapia como um dos seus mais queridos serviços, principalmente na reabilitação de pessoas traumatizadas fisicamente.

J.N. Sabe-se que há grupos musicais que não se denominam “gospel”, mas em suas músicas falam sobre princípios cristãos como o amor, o respeito ao próximo, a peservação do meio ambiente, etc. Na sua opinião, essa também é uma forma de edificar aqueles que os ouvem?

M.A. Penso que não exista uma canção que seja neutra, que não queira falar sem se mostrar. É impossível! Até aquele que compõe no propósito de deixar um discurso desconexo para o ouvinte, uma coisa nublada, muito descomprometida, já tem aí uma intensão, a intensão de não ser objetivo. Como diz uma escritora mineira: diante do ouvinte, todo artísta sincero acaba se confessando publicamente. Então, não é tão raro encontrarmos confissões de artístas não carimbados pelo selo Gospel que são verdadeiras declarações de amor pela Vida, à criação, ao próximo. Como disse anteriormente, a partir do momento que você começa a pensar esse assunto por outro paradgma que não seja o comercial ou religioso vai conseguir ouvir muita música No mundo que não é Do mundo, não é Gospel nem Carismática e mesmo assim confessa publicamente a Boa Nova para todos os homens! Pois verdadeiramente o Evangelho não é uma fronteira construída pelos costumes de um povo. O Evangelho é um Caminho, é uma direção, é um vento que atravessa os limites de uma cultura e pode sim inspirar muita música neste mundo grande e misterioso!

Marcos Oliveira de Almeida
12 de Novembro 2009
Belo Horizonte

Fonte:http://www.palavrantiga.com.br/

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Tatuagem: o que a Bílbia diz sobre?

Tabu, religiosidade, moda, legalismo, pressão social, enfim, seja lá qual for o contexto, discutir sobre esse assunto (tatuagem) ainda é muito polêmico, seja no meio cristão ou mesmo secular (com secular quero dizer fora do contexto da Igreja). Confesso que apesar de achar algumas tatuagens bem bonitas, sempre tive cautela e receio em relação à prática. Meu principal receio: me arrepender.
No meio cristão vários são os argumentos utilizados para atacar a prática da tatuagem e os principais e mais polêmicas são retirados de textos bíblicos.
E que argumentos seriam esses? Seriam eles sólidos?
Acho que a simples polêmica em torno desse tema já nos desperta para ler o artigo, além disso, antes formarmos opinião sobre algo específico é sempre bom avaliarmos a questão pelos mais diversos ângulos possíveis. Então, que seja proveitosa e esclarecedora sua leitura.
Boa Leitura!
Emerson de Oliveira Souza

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Título Original do Texto:
FATOS SOBRE TATUAGEM QUE NÃO PODEM SER DESPREZADOS

“Sabe o que é? Estou com dúvida sobre se posso ou não fazer uma tatuagem. O que o senhor, pastor, me aconselha?”

Claro que não, seu idiota! Se você ainda tem dúvidas, está mais do que claro que NÃO DEVE fazer. Mas como vira e mexe ainda sou obrigado a responder este tipo de pergunta, gostaria de fazer uma reflexão objetiva e definitiva sobre tatuagens.

1 – Dói. Então se sua tolerância à dor é baixa, não se arrisque.

2 – Não sai. Por mais moderno que sejam os lasers prometidos pelo seu dermatologista, sempre ficam pequenas cicatrizes (algumas nem tão pequenas assim).

3 – Não conseguirá trabalhar em qualquer lugar. Claro que isto está mudando, principalmente nos grandes centros. Mas ainda não é a realidade na maior parte do Brasil.

4 – Três de cada cinco pessoas que fazem tatuagem se arrependem nos dois primeiros anos. Portanto pense bem antes de tatuar o nome da sua namorada ou a cara da sua mãe. Do jeito que as pessoas não andam levando relacionamentos a sério, nem depois de casado tá dando pra tatuar o nome “dela”. E a cara da sua mãe ficará horrível em forma de tatuagem. Fica parecendo aquelas fotos pintadas que se colocam em túmulos.

O QUE A BÍBLIA DIZ SOBRE TATUAGENS
Na verdade a Bíblia não diz nada. E ao mesmo tempo diz tudo. Tanto os legalistas que são radicalmente contra tatuagem, quanto os liberais extremistas, tentam forçar a amizade utilizando textos ao pé da letra, sem levar em consideração o contexto. Pois analisemos algumas passagens bíblicas:

PASSAGENS BÍBLICAS UTILIZADAS EM REFERÊNCIA A TATUAGENS
“Não fareis lacerações na vossa carne pelos mortos; nem no vosso corpo imprimireis qualquer marca. Eu sou o Senhor.” (Levítico 19:28)

Esta passagem é utilizada por boa parte dos radicais que adoram estuprar o contexto da palavra de Deus. Conforme está escrito, tanto o fazer lacerações quanto o imprimir marcas, referem-se especificamente ao culto aos mortos. Portanto, como nem toda tatuagem refere-se a adoração de defuntos, não dá para generalizar. Outro ponto importante é que no mesmo capítulo, especificamente no versículo 27, há outra afirmação interessante:

“Não cortareis o cabelo, arredondando os cantos da vossa cabeça, nem desfigurareis os cantos da vossa barba.” (Levítico 19:27)

Percebe como o mesmo texto que ordena que não sejam impressas “marcas” sobre a pele também ordena que está vetado os cortes de cabelo do tipo “cuia” e também o barbear-se adequadamente? Por que um versículo deve ser levado ao pé da letra e o imediatamente anterior a ele não? Paulo explica isso na carta aos Gálatas, discorrendo acerca daqueles que queriam guardar a circuncisão mesmo após conhecerem a Cristo:

“E de novo testifico a todo homem que se deixa circuncidar, que está obrigado a guardar toda a lei.” (Gálatas 5:3)

Então ou pega o pacote completo da Lei ou aceita de uma vez que somos chamados pela graça. Esta graça não implica em ausência de responsabilidades, mas em consciência transformada. Quem faz, deve saber o porquê e estar plenamente ciente de que prestará contas por suas ações.

O segundo argumento bíblico utilizado é de que nosso corpo é o TEMPLO DO ESPÍRITO SANTO e, portanto, não devemos profaná-lo. Juro que gostaria de saber de onde provém este conceito. Mas vamos lá! Primeiramente é importante observar bem o texto em que a expressão “templo do Espírito” aparece:

“Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos?” (1 Coríntios 6:19)

Está explícito no texto como Paulo refere-se ao ESPÍRITO QUE HABITA EM “VÓS”. Na realidade nosso corpo não pode ser chamado individualmente de templo do Espírito, pois segundo explica mais detalhadamente o apóstolo Pedro:

“Vós também, como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo.” (1 Pedro 2:4)

Somo pedras. Parte da edificação que é chamada de TEMPLO DO ESPÍRITO SANTO. Individualmente não passamos de meras pedras. Apenas coletivamente somos EDIFICAÇÃO. O mais interessante é como esta edificação é composta por pedras de todos os formatos e tamanhos. É fundamental que cada um encontre seu lugar, onde há ajuste perfeito entre as partes próximas, de modo a compor o todo. A beleza da igreja de Cristo está na diversidade e não na uniformidade. Assim, não serão cores, impressas ou de nascença, que farão com que esta edificação espiritual seja profanada. Além de que, há milhares de outras pequenas coisas moralmente aceitas que podem denegrir igualmente a “beleza” do corpo que é uma pedra viva. Exemplos? Lá vai alguns:
Comer demais, comer coisas que não são saudáveis, desnutrir-se por privar-se de coisas que não são saudáveis, maquiagem definitiva, silicone nos seios, lipoaspiração, vida sedentária, beber refrigerante demais, não beber água suficiente, tomar sol em demasia sem usar protetor solar… Dá pra citar milhares de pequenas coisas que detonam com nosso corpo. Muito mais do que uma tatuagem.

A proposição bíblica fundamental para todo aquele que deseja seguir a Cristo é EQUILÍBRIO. Deus nos criou para comermos de todas as árvores do jardim. Basta termos moderação e compreendermos claramente quais os LIMITES estabelecidos. O problema é que geralmente as pessoas só conhecem seus limites depois de ultrapassá-los. Se você for tolo e fizer isto com tatuagens, será tarde demais. Portanto, MODERAÇÃO É BEM VINDA!

E pra encerrar, o terceiro argumento mais utilizado pelos que procuram justificativas bíblicas para condenar tatuagens:

Ai do mundo, por causa dos escândalos; porque é mister que venham escândalos, mas ai daquele homem por quem o escândalo vem!” (Mateus 18:7)

Este talvez seja o argumento mais fraco, porém tem seus fundamentos. Pensem comigo: o que vem a ser literalmente um escândalo? Penso que seja aquilo que destrói pessoas, afastando-as da fé em Cristo e da sã doutrina. Assim sendo, uma tatuagem realmente até pode ser chamada de escândalo, de acordo com o contexto de cada um. Uma família pode criar aversão à fé do filho simplesmente porque discorda das decisões que este toma ao tatuar-se por pressão social da igreja que faz parte. Pode parecer idiotice, mas já vi dúzias de pessoas tatuarem até mesmo a logomarca da igreja.

No entanto, este argumento não qualifica tatuagens como proibidas, pois nem todas provocam necessariamente escândalos. Cabe a cada um discernir o quanto é conveniente e lícito tatuar-se. Cada um precisa assumir a responsabilidade por suas ações, levando em conta não apenas estes poucos textos bíblicos citados, mas também toda a mensagem do evangelho. Sabendo que cada um prestará contas pessoalmente ao próprio Deus.

Não seja burro. Na dúvida, NÃO FAÇA!
E na certeza, procure um profissional competente.
“e tudo o que não provém da fé é pecado.” (Romanos 14:23b)

Site: http://solomon1.com
Autor: Ariovaldo Jr.

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Garimpo musical

Olá pessoal, foi difícil segurar a empolgação inicial (não entendeu? Leia o último post), tive que me conter para não encher a pagina do Blog antes mesmo dele completar uma semana, embora pareça que ela já está cheia; acho que me sai bem nem Gabi?! Mas vamos lá.
Como havia mencionado nos objetivos deste Blog, gostaria de compartilhar com vcs um pouco das coisas mais interessantes que ando garimpando pela internet. Consumadas as empreitadas iniciais, vamos ao primeiro post musical.

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Nasci e cresci indo à Igreja, isso até minha adolescência, quando a síndrome do filho pródigo bateu forte. Como na velha parábola, fui dormir com os porcos, não demorou muito para eu perceber que a melhor opção era voltar pra casa do Pai. Não se preocupem, este post não é sobre meu testemunho, não anteriormente a minha reconciliação com Deus. Meu objetivo em repassar este período de minha história é tratar de um fato em especial, que me ocorreu assim que voltei pra Cristo.
Música, puxa vida! Deus realmente caprichou quando criou isso. Sempre fui louco por música; discutia, brigava, afirmava, enfim, me achava o perito nisso. Assim que voltei pra Igreja, levei um tremendo baque, além do preconceito vigente em relação à música secular, eu mesmo me voluntariei em não ouvir esse tipo de musica por um tempo, talvez como uma forma de abstenção. Mas havia em mim, como sempre houvera, uma paixão por música. Comecei então a procurar referências no meio cristão. Há-há-há! Quem está na Igreja e tem certo capricho (sem a menor prepotência) em relação à música sabe da extrema dificuldade em encontrar referências que o agradem. Poucas “coisas” me agradaram. Demorei muito tempo varrendo a internet para encontrar referencias outras que saciassem minha ânsia. Foi numa destas buscas que me deparei com a banda Seabird.Confesso que ouvi pouquíssimas músicas da banda. Foi a música Don't You Know You're Beautiful que me cativou; pra cima, contagiante e atual, essas seriam minhas descrições para esse primeiro contato com a Banda. Espero que curtam.
Graça e Paz!
Emerson de Oliveira

Seabird:
Banda de power-pop vindos de Northern Kentucky. They originally started out with Aaron Morgan (lead singer, and keys) playing songs with bassist Micah Landers, keys and accordion player BOD and drummer Aaron Hunt and later added Chris Kubik on bass. Eles originalmente começou com Aaron Morgan (vocalista e teclas) tocando músicas com o baixista Miquéias Landers, chaves e DBO sanfoneiro eo baterista Aaron Hunt e posteriormente adicionou Chris Kubik no baixo. They recorded an ep titled “Spread Your Broken Wings and Try” in one of the band members bedroom. Eles gravaram um EP intitulado “Spread Your Broken Wings e Try” em um dos quarto membros da banda. After adding a guitarist, Aaron Morgan’s brother, Ryan, their ep was passed on to EMI records, and after playing a personal showcase, Seabird was signed soon after. Depois de adicionar um guitarrista, irmão Aaron Morgan, Ryan, o EP foi passada a EMI records, e depois de jogar uma vitrine pessoal, Seabird foi assinado logo em seguida. They recorded a full length album called, “Till’ We See The Shore” with Credential Recordings, a branch of EMI. Eles gravaram um álbum chamado “Till ‘We See The Shore” com a Credential Recordings, uma sucursal da EMI. The release date was June 24th, 2008. A data de lançamento foi 24 de junho de 2008. They released an ep titled “Let Me Go On EP” in the fall of 2007 with three songs from the upcoming album, along with a remix of a song. Eles lançaram um EP intitulado “Let Me Go On EP”, no outono de 2007, com três músicas do próximo álbum, junto com um remix de uma música.
(by lastfm)
http://www.myspace.com/seabird

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Empolgação de principiante

Minha namorada me alertou (parceira de verdade é isso: ajuda a corrigir a rota), o Blog num tem nem uma semana e vc já encheu a pagina! Realmente, assumo a empolgação que me envolveu nos últimos dias, mas o fato é que era um desejo que eu tinha há um bom tempo. Mas vou tentar me conter, pelos menos eu acho…
Então até o próximo post e fiquem na graça.

Ah!!! me acompanhem no twitter
http://twitter.com/Blog_tvrb

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