Tag Archives: vida cristã

Pietà

vincent-willem-van-gogh-pieta-(nach-delacroix)-03900

Na próxima ocasião em que alguém se achegar a mim, cheio de boas intenções, e disser que tem o sonho de ir para África, promover o bem, ou coisa do tipo, minha resposta será o endereço (nem precisa cruzar o Atlântico) e uma lista com nome para essas pessoas colocarem em prática toda sua Pietà.

Cansei desses!

Esse tipo de coisa tem me soado mais como um movimento de fuga (do tipo, estou cheio da minha tediosa vida e quero uma aventura exótica), uma oportunidade de realizar uma viagem internacional na faixa (de graça), ou o simples exercício de higienização de consciência através da caridade.

Esse é o tipo de caridade Fast food, rápida e conveniente. O arranjo geralmente é o mesmo: vai-se para um país distante, ajudar algum povo miserável, marcado por alguma desgraça, fica-se ali por um tempo e, quando já se cumpriu a cota de caridade para uma vida, volta-se para mesma vida ordinária, bem distante daquela realidade difícil de encarar.

Esse é o tipo de pessoa que sonha mudar o mundo, mas não consegue ser responsável nem com a arrumação da cama.

Talvez mudar o mundo seja mesmo uma utopia. Mas uma coisa é certa, se há uma saída para esse mundo caído em que nos arrastamos, o compromisso de fazer o melhor com o que está a nossa volta, com certeza, é um dos prefácios da mudança concreta.

Tá certo que é mesmo difícil encarar o mau de frente, todos os dias, e perceber esse hiato que existe entre o mundo hedonista do cinema e da publicidade e o mundo “real”, doente e sujo que se oculta por trás dessa cortina de purpurina. Mas a mágica decisão de não enxergar isso não muda os fatos.

A verdade vos libertarás.
(João 8: 32)

Jesus estava mesmo certo quando afirmou isso. Ou há outro caminho para mudança que se desvie do reconhecimento dos erros e da correção de rotas?

Quer produzir um mundo melhor? Comece sendo um filho, aluno, funcionário, cidadão melhor. Gostaria de promover a caridade? Quer lugar melhor do que o nosso país, nossa vizinhança, para começar?

E se, de repente, lhe surgir a pergunta:

– Quando começar?

Minha sugestão então seria:

– Que tal hoje?

Comece se questionando que tipo de pessoa você tem sido para seus familiares, amigos, companheiros de trabalho… Feito isso, parta para a etapa seguinte e vá tapando os buracos que você deixou pelo caminho. E se lhe restar ainda a dúvida de como fazer isso, aqui vai minha derradeira sugestão: O pedido de perdão é o prólogo do processo de mudança, e o compromisso de insistir neste movimento (em direção ao Bem) é o que certifica nossa transformação.

É duro, mas não alcançaremos um mundo melhor sem nos transformarmos em pessoas melhores.

Emerson De Oliveira

Anúncios
Com as etiquetas , , , , , , , ,

Coisas que a Bíblia não resolve…

Imagem

Olá, se ainda existe alguém por aqui, essa é mais uma tímida aparição deste blogueiro mais relaxado do mundo. O problema é que o tema do meu Blog é muito sensível e pessoal, por isso não me sinto satisfeito de encher essa plataforma de conteúdos que eu não acredite ou que não me digam nada (de uma forma mais profunda). E não se preocupem, tenho preparado – há um bom tempo – um texto falando um pouco sobre o porquê desse meu afastamento. Se eu consegui terminar e acreditar nesse texto, em breve (assim espero) ele estará por aqui. Enquanto isso se deliciem com esse texto tão bacana que eu encontrei passeando pelo twitter (senhoras e senhores, acreditem, existem pessoas que postam coisas interessantes no twitter. Foi o caso de Anderson Paz, autor desse texto). Aproveitem!
Emerson De Oliveira

Era uma comunidade extremamente problemática. Entre os vários erros que Paulo teve que corrigir naquela igreja havia divisão entre irmãos, a tolerância ao pecado, a imaturidade no uso dos dons espirituais, entre muitos outros. A igreja em questão é a de Corinto.

Na busca por corrigir os problemas de Corinto, Paulo escreve algumas cartas àquela igreja, das quais nos restaram duas (I e II Coríntios). São cartas de valor imensurável, por tratar de vários aspectos importantes da vida de uma comunidade cristã. Contudo, apesar de todo o valor desses ensinos, eles não foram o suficiente para a solução dos problemas dos cristãos de Corinto. Estou convicto de que existem coisas que a Bíblia sozinha não resolve.

E qual caminho Paulo tomou para resolver aqueles problemas? Não apenas colocou as Escrituras para serem obedecidas, como também a sua própria vida como modelo a ser seguido. Afinal, ele disse: “Admoesto-vos, portanto, a que sejais meus imitadores” (I Co. 4:16), e “Sede meus imitadores, como também eu de Cristo” (I Co. 11:1). Contudo, o apóstolo estava distante daquela comunidade. Então, como fazer com que seu exemplo de vida fosse lembrado com força? Paulo encontra solução para isso na seguinte forma: “Por esta causa vos mandei Timóteo, que é meu filho amado, e fiel no Senhor, o qual vos lembrará os meus caminhos em Cristo, como por toda a parte ensino em cada igreja” (I Co. 4:17). Timóteo poderia plenamente reproduzir os caminhos de Paulo, não só em seu discurso, mas em sua prática. Paulo disse o seguinte para Timóteo: “Tu, porém, tens seguido a minha doutrina, modo de viver, intenção, fé, longanimidade, amor, paciência, perseguições e aflições” (II Tm. 3:10-11). “Sê o exemplo dos fiéis, na palavra, no trato, no amor, no espírito, na fé, na pureza” (I Tm. 4:12).

Existem problemas no cotidiano de uma igreja que não se resolvem com estudo bíblico. A Palavra Escrita é primordial e indispensável, contudo, apenas ler a palavra não é suficiente, precisamos ver sua prática na vida de alguém. Além das Escrituras, precisamos de gente que nos ajude a vivê-las. Pessoas que se colocam como modelo a ser seguido, e nos advertem, nos corrigem, não se omitem em nos dizer a verdade, e que sejam inspiração para nossas vidas.

Se você abraçou de coração o propósito de Deus, então precisa estar aberto para receber a ação da mão de Deus através dos seus irmãos, mesmo quando esta ação vem por meio de correções. Mas também é indispensável que você trabalhe na realização desse propósito colocando sua própria vida como exemplo. Isso não é uma exigência para pastores e líderes, mas é o alvo de todo o cristão, pois somos a luz do mundo (Mt. 5:14; Fp. 2:15). Afinal, aquele que diz que está em Cristo também deve andar como Ele andou (I Jo. 2:6).

Em Cristo,

Anderson Paz
Fonte: http://conexaoeclesia.com
Com as etiquetas , , ,

Conversa a Mesa

Por Martinho Lutero

Estraído do livro: A bilblioteca de C.S. lewis, pg 42, Editora Mundo Cristão, São Paulo
.
.
.

O demônio ataca o mundo cristão com o máximo de suas força e sutileza, molestando os cristão por meio de tiranos, hereges e falsos irmãos, e instigando o mundo inteiro contra eles.

Pelo contrário, Cristo resiste ao demônio e seu reino com um número reduzido de pessoas simples e desprezadas; aos olhos do mundo, estas pessoas são fracas e estultas, e mesmo assim ele consegue a vitória.

Ora, seria uma guerra muito desigual uma pobre ovelha enfrentar uma centena de lobos, como aconteceu com os apóstolos quando Cristo mandou para o mundo e um após o outro foram assassinados e eliminados.

Contra os lobos deveríamos preferir soltar leões, ou feras mais ferozes e horríveis. Mas Cristo se compraz em mostrar sua mais alta sabedoria e força em nossa fraqueza e estultícia, segundo a interpretação do mundo, e procede de tal forma que todos os que se levantam contra os seus servos e discípulos provarão do próprio veneno e se darão mal.

Pois somente ele, o Senhor dos Exércitos, opera milagres. Ele preserva suas ovelhas no meio de lobos e ele mesmo tanto as aflige que nós claramente vemos que nossa fé não subsiste pelo poder da sabedoria humana, mas no poder de Deus, porque, embora Cristo permita que uma ovelha seja devorada, no entanto ele manda outras dez ou mais para substituí – lá.

.
.
.

Emerson de Oliveira
Graça e Paz

Com as etiquetas , , , , ,

Dá-me um coração de adorador!

Em pouco tempo de ministério numa igreja local eu pude notar como a visão de QUAL É DE FATO O PAPEL DE UM ADORADOR está distorcida. Técnica, vaidade, divulgação, visão de mercado… Parece que toda essa armação secular tem mais espaço nos corações dos nossos ministros de louvor do que o que de fato deveria ser o sentido primeiro da adoração: RENDER GRAÇAS E LOUVORES AO DEUS CRIADOR.

Não que eu seja contra a excelência (sei sobre o poder que a boa arte pode exercer sobre nossas vidas), mas é que experimentando de perto o que esses valores seculares têm gerado nas igrejas, suspeito de que eles – esses valores – têm mais a ver com nossos EGOS do que com ADORAÇÃO de fato.

Antagonicamente, sinto falta do tempo em que as igrejas não tinham maestros, não tinham corais e nem mesmo instrumentos, tempo em que a única preocupação era voltar-se para Deus, sinto falta dessa simplicidade. Trocaria todas as parafernálias técnicas de minha igreja por momentos assim.

Senhor, volta o nosso coração para Ti.

Com as etiquetas , , , , , ,

Delírio!

Fala-se de Deus como um delírio, um recurso psicológico criado pelos homens para nós dar alguma forma de conforto. Bem, se ainda assim o fosse, gostaria de partilhar uma estupidez de minha parte: esse delírio tem transformado a minha vida, hoje sou uma pessoa bem melhor do que fui ontem e, se já não fosse o bastante, a cada dia sinto ser gerada em mim uma certeza de que o amanhã será ainda melhor do que o hoje.

Dos vários valores cultuados em nosso tempo, a ousadia e a coragem com certeza habitariam no panteão de nossa cultura Pop. Afinal, o culto a esses dois valores nos ajudou a forjar alguns dos mais admirados aspectos de nossa cultura (o mito do herói, poemas e poesias, ideologias, músicas, o rock, os alicerces da liderança, etc.). Acredito que você, assim como eu, também admire estes valores (é claro que acrescidos com uma boa dose de bom senso, embora nem sempre baseemos nossas escolhas no bom senso). Qual de nós nunca experimentou desses valores por puro prazer ou até mesmo curiosidade? A primeira dose, o primeiro trago, a primeira tatoo, um piercing, o primeiro porre, alguma briga, uma má resposta, uma relação amorosa; enfim, somos sempre rodeados de opções e motivos para ousar. O estranho é que, embora nos julguemos extremamente racionais (e nos armemos das mais diversas teorias para defender nossas escolhas), a grande maioria delas (as escolhas) foram tomadas pura e simplesmente no terreno da emoção, seja para se sentir aceito, conquistar a admiração e/ou o respeito de algum grupo, esquecer das decepções. Embora não nos faltem motivos, temos que admitir que a maioria respostas que damos a eles não são lá muito inteligentes.

E para concluir, deixo-vos uma provocação:

Se tantas vezes em nossas vidas nos voluntariamos a escolhas tão estúpidas e imaturas, por que não ousar em provar essa proposta que vos deixo, se ela tem sido solução para tantas gerações?

Muitos dos motivos ainda serão os mesmos (busca pela paz, alegria, segurança, etc.), mas a escolha é outra, Jesus Cristo.

O vídeo abaixo mostra o testemunho de Rodolfo Abrantes, ex-vocalista da banda Raimundos, que um dia ousou em provar da graça de Jesus Cristo e finalmente encontrou paz e razão para sua vida.

Seja um homem de coragem e conheça Jesus.

Graça e Paz.
Emerson de Oliveira

Com as etiquetas , , , , , ,

O propósito de Deus

“Deixemos que o Espírito Santo nos prepare através das disciplinas da vida; e quando tiver sido dado ao mármore o toque final, será fácil para DEUS colocar-nos no pedestal e ajustar-nos em nosso nicho.”
(Lettie Cowman)

Já notou como vários fatos da vida são irônicos, e aparentemente antagônicos? Por exemplo, você quebra um braço, e o médico, para curá-lo, tem que provocar mais dor para colocá-lo no lugar. Ah! Você nunca quebrou um braço? Vejamos então… Espinho, quem nunca sentiu o infortúnio da dor de um espinho? Farpa também serve! Neste caso, da farpa ou espinho, o mesmo princípio se aplica, para retirá-lo: mais dor.

Assim como nestes dois casos, o princípio de: PROVOCAR UMA PORÇÃO DE DOR TEMPORÁRIA EM VISTA DE UM BEM MAIOR, também se aplica na trato de Deus com nossas vidas; para quem conhece, a velha ilustração do vaso e o oleiro, encontrada em Jeremias 18, testifica isso.

Deus é um pai justo e bondoso, e como tal não nos deixaria sem referenciais. Além das escrituras (referencial maior e suficiente), acredito que Deus nos dispõe vários sinais que indicam seus propósitos, acredito que vários deles estão dispostos a nossa volta, na natureza; seria sábio então tentarmos observar e absorver estes vários códigos disponíveis e que, por essência, testificam o caráter de nosso Deus (tudo à luz das escrituras, é claro!). E pensemos juntos irmãos: se a natureza vem de Deus e, ao contrario de nós (homens), ela não se rebelou contra os propósitos do Pai, instituídos no princípio de tudo, é muito provável podermos encontrar traços desse criador nesta criação; afinal Ele não criaria nada que fugisse de seu caráter e propósito. Poderia Deus criar algo que testificasse contra Ele mesmo?

“… Todo reino dividido contra si mesmo é devastado; e toda cidade, ou casa, dividida contra si mesma não subsistirá.” (Mateus 12:25)

O próprio Jesus, por diversas vezes buscou na natureza traços que testificassem o caráter ou propósito de Deus:

“… O reino dos céus é semelhante a um grão de mostarda que um homem tomou, e semeou no seu campo; o qual é realmente a menor de todas as sementes; mas, depois de ter crescido, é a maior das hortaliças, e faz-se árvore, de sorte que vêm as aves do céu, e se aninham nos seus ramos.” (Mateus 13: 31.32)

Observem as aves do céu, que não semeiam, nem colhem, nem juntam em celeiros, o seu Pai celeste, no entanto, as alimenta. Vocês não valem muito mais do que elas? … E por que se preocupam com a roupa? Observem os lírios do campo como crescem: Não trabalham, nem fiam; digo-lhes, porém, que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, vestiu-se como um deles. (Mateus 6: 26.28.29)

O processo. Se há um traço ou aspecto interessante na natureza é o processo; toda ela (a natureza) caminha por meio de processos (longos ou não); nada surge de um dia para o outro, de repente; ou você já se assustou ao acordar pela manhã e encontrar uma árvore, que nasceu da noite para o dia no meio da sua sala? Além disso, percebo que nada na natureza surge no apogeu da forma, por exemplo: uma árvore não é gerada como árvore (propósito maior do processo), mas antes, por meio de um processo longo e vagaroso, ela vai se formatando como tal, primeiro como uma simples e minúscula semente, por fim, uma frondosa e frutífera árvore. E isso se aplica às diversas dimensões da vida: uma pedra é formada através de um lentíssimo e fascinante processo; assim como os animais (num processo bem menos lento, é verdade), que derivam de substâncias microscópicas, para enfim se tornarem geradores de vidas.

Um processo implica movimento, e movimento implica deslocar-se uma posição ou condição para outra. E fato é que estas várias posições e/ou condições são distintas entre si, caso contrário, não se estabeleceriam como um processo. E onde quero chegar? Irmãos, por diversas vezes Deus nos chama a caminhar, a sair de uma situação de conforto e nos expormos, em vista de um crescimento e/ou amadurecimento. Mais uma vez absorvemos a natureza: A condição de um fruto é mais do que conveniente não é mesmo? Ligada diretamente a sua mãe (árvore) que o nutre e o sustenta dia e noite, sem esforço nem sacrifício; até que Deus o chama a cumprir seu propósito; então o fruto gradativamente perde sua beleza, separa-se da mãe e morre; morre de uma condição menor, voltada para satisfazer-se, e nasce para uma condição maior, generosa, geradora de vida. Isso testifica o ideal de Jesus para nossa vida: mortificar o ego, o interesse próprio, em vista do nascimento da vida de Cristo em nós, o que irá gerar vidas.

“… Quando o mestre-sala provou a água tornada em vinho (…) chamou o mestre-sala ao noivo e lhe disse: Todo homem põe primeiro o vinho bom e, quando já têm bebido bem, então o inferior; mas tu guardaste até agora o bom vinho.” (João 2: 9-10)

Encontramos nesse primeiro milagre de Jesus a marca que baliza todo o seu ministério: A TRASNFORMAÇÃO. E na verdade, podemos observar que a transformação não é mais do que um processo; e como já vimos, implica em deslocar-se uma posição ou condição para outra. Mas indo além do que já tratamos, esse primeiro milagre de Jesus nos sugere algo a mais, a transformação da água em vinho não indica uma transformação pura e simplesmente, mas uma transformação para algo melhor, ou seja: uma evolução. Então, assim como no exemplo que já vimos, da semente que se transforma em árvore, podemos deduzir que Jesus deseja a nossa evolução, ao mortificarmos algo menor em nós (nosso ego), e quando é gerado algo superior, da parte D’ele, em nós (uma nova vida em Cristo).

E como mortificar algo em nós sem a dor? Em verdade não há como evitar a dor, e a questão se sustenta não nessa pergunta, mas em outra: Qual o propósito disso?

Lembra da ironia e antagonismo do início do texto? É exatamente essa a marca de Cristo em uma vida, quando a pessoa decide pelo caminho estreito, quando ela decide (ou aceita) pela dor em vista de cumprir as ordenanças de Cristo. Só Ele (Cristo) é capaz de nos convencer a perdoar quando na verdade queremos sangue; só Ele é capaz de nos santificar quando em nós só existem pecados. Por isso uma verdade precisa ser revelada, a dor não pode ser evitada, mas aonde ela irá nos levar é o que varia. Você poderia ser um fruto qualquer e decidir ficar agarradinha numa árvore por toda a eternidade, mas involuntariamente você seria chamado ao chão. Um fruto não poderia decidir evoluir ou não, e acabaria se tornando uma árvore (afinal ela não se rebela contra o seu criador). Mas sobre nós pesa uma responsabilidade, como esse fruto também somos chamados ao chão (às dores e à mudança), mas em nós repousa o poder de decidir seguir o propósito de Cristo ou não.

E que propósito seria esse? Bem, ele (o propósito) descansa em cada aspecto da natureza à nossa volta. E esse propósito nada mais é do que nos achegarmos a Ele, evoluirmos, e sermos mais parecidos com ele; condição que deixamos lá nó início de tudo, quando trocamos Deus por um Fruto.

“Eu sou a videira verdadeira e Meu Pai é o AGRICULTOR. Toda a vara que em Mim não dá fruto, Ele corta-a, e limpa toda aquela que dá fruto, para que dê mais fruto.”
(João 15: 1-2)

É assim que Deus trabalha em nós, podando e lapidando as arestas que nós mesmos construímos.

Graça e Paz,
Emerson de Oliveira

Com as etiquetas , , ,